28 de jul de 2011

Distante do trono



Eu só gostaria de saber se esses lideres em suas igrejas falam sobre honestidade, ou será que só falam que é pecado comprar cds e dvds piratas.
Até porque a pirataria tira milhões deles´e é com isso que essa raça se preocupa, o deus dinheiro.
Deixo claro que a pirataria é crime, se puder não compre nada pirata, aliás tem certos grupos musicais que nem vale a pena comprar nem o cd original, quanto mais o pirata.
O Distante do Trono por exemplo faz musicas repetitivas, e as letras das canções é para agradar alguns clientes da fé, porque eles sabem se fizerem musicas com as letras baseada na Biblia isso não agradaria seus clientes espirituais, cientes espirituais são aqueles famosos adoradores extravacantes.
Como se tudo isso não bastasse, estão usando até o dinheiro público para realizarem shows, qual será o próximo passo dessa gente que coloca o dinheiro acima de Deus?

Por coincidência ou não, Ana Paula Valadão não foi a única que teria usado dinheiro público para realizar shows.


Veja uma matéria que eu acabei de ler no site Genizah.


No mês passado foi o seu irmão, André Valadão, o acusado pela imprensa de estar pleiteando verbas públicas para realização de shows. 

Após ficar ciente das notícias na internet dando conta de que André Valadão teria conseguido captar uma alta quantia em dinheiro - mais precisamente R$ 1.091.240,00 - do Ministério da Cultura para realizar shows gospel, a sua assessoria divulgou nota de esclarecimento. Segundo André, o montante em dinheiro foi aprovado para ser liberado pelo Ministério da Cultura a partir de um projeto elaborado por uma produtora, sem o seu conhecimento, e que propôs realizar uma turnê do cantor, porém, apesar do projeto ter sido aprovado pelo M.C. em fevereiro de 2011, o músico ainda não havia sido contactado pela empresa produtora. Segundo a nota, a apresentação de tais projetos de incentivo não dependem da assinatura dos artistas envolvidos e nem sempre são realizados, mesmo quando aprovados, podendo inclusive ser prorrogados visto que tem prazo de validade longo. 

O editor de Genizah que conhece estes processos confirma que estas práticas são mesmo comuns. As produtoras aprovam projetos, em alguns casos, sem amarrar todas as pontas. A autorização de realização, contudo, só sai após a apresentação de documentação e detalhamento, incluindo declarações dos artistas. Já a liberação dos recursos passa por processo rigoroso e auditado. Ou seja, as informações da assessoria de André Valadão são plausíveis. 

Já a questão do uso de verba pública para atividade religiosa é outra conversa. Neste ponto, é bom deixar claro: Se estes artistas gospel são, de fato, artistas e ponto final, que gozem das possibilidades abertas aos demais artistas brasileiros seculares. Se insistem, contudo,  em se dizer "levitas", donos de ministérios, contumazes arrecadadores "ofertas vultosas" em igrejas... Neste caso, a conversa é outra. 

Fonte: Evangelista Jéfferson
Com informações de Genizah

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