27 de jul de 2011

Líderes dizem que Brasil é uma das forças missionárias mundiais




Bem recebidos em quase todo o mundo, os brasileiros tornaram-se uma das principais esperanças de evangelização mundial. Esta afirmação é do Diretor Executivo de Missões Mundiais, Pr. João Marcos Barreto Soares. Segundo ele, “isso é muita responsabilidade e motivo para nos preocuparmos também”. E pergunta: “Estamos preparados para isso? Temos feito tudo o que podemos?”. 

E suas preocupações vão além. Ele lembra que em 2009 as ofertas destinadas a Missões Mundiais e Missões Nacionais alcançaram um belo montante; porém, quando dividido pelo número oficial de batistas no Brasil, o resultado foi preocupante: cada um ofertou cerca de 66 centavos por semana para a obra missionária. 

Outra situação que também incomoda o Diretor da JMM é o número de missionários “per capta”: cerca de um para cada 10 mil batistas brasileiros. “Será que temos nos esquecido de que há mais de 4 bilhões de pessoas que nunca ouviram falar de Cristo, que há pelo menos 2.200 povos que não conhecem a Palavra de Deus?”, pergunta. 

A responsabilidade dos batistas brasileiros com a obra de evangelização mundial também foi lembrada pelo missionário da terra da JMM no Sul da Ásia, que recentemente esteve no Brasil. Gabriel Azam, que administra uma agência missionária parceira da JMM, com cerca de 100 obreiros, reconhece que o avanço do cristianismo em seu país, apesar de ainda ser tímido, deu uma guinada principalmente em razão do investimento dos batistas brasileiros. Segundo ele, desde 1994, quando recebeu a visita de um missionário de Missões Mundiais, a obra de evangelização em seu país começou a mudar. 

“Depois de 21 anos de trabalho, Deus começou a trazer os frutos. Durante todo esse tempo ninguém tinha se rendido a Cristo. Mas, finalmente uma família veio a conhecer o Senhor e, de repente, esse número pulou para 90 famílias. Toda essa obra foi Deus quem fez por meio de nós. Eu louvo a Deus pelo maravilhoso trabalho dos batistas brasileiros”, diz o Pr. Gabriel Azam.

Mas ele cita o crescimento do islamismo no mundo e diz que os brasileiros têm a responsabilidade de alcançar os adeptos do islã. “Para esse grupo Deus separou o Brasil. Os muçulmanos não são receptivos aos americanos e aos ingleses, mas com relação aos brasileiros, todas as nações são amistosas. Isso não é um acidente. Deus preparou tudo isso”, enfatiza. 

Gabriel Azam faz um apelo para que a igreja assuma essa responsabilidade. “Precisamos admitir que é um pecado não levar o Evangelho aos muçulmanos. Pelo menos uma vez na vida eles precisam ouvir”, finaliza.






Fonte: JMM Missões Mundiais

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