3 de nov de 2011

A PERSEGUIÇÃO NA INDONÉSIA



A Indonésia ocupa hoje a 48ª posição na lista de classificação de países por perseguição da Missão Portas Abertas.
Por ser o maior país muçulmano do mundo, deveria estar entre os 20 primeiros, você deve pensar, mas a perseguição ocorre apenas nas regiões onde a presença de grupos radicais islâmicos é maior e não em todo o território indonésio.
Segundo uma de nossas fontes no país, “a perseguição é motivada por uma série de fatores étnicos, políticos e religiosos”. Ela citou como exemplo o atentado em uma igreja em Solo (Java Central), em 25 de setembro, em que um homem-bomba que participava do culto se explodiu, ferindo mais de 20 pessoas. A perseguição aos cristãos é menor nos vilarejos onde eles são minoria, mas basta se expressar de alguma forma para que sejam perseguidos.
As perseguições contra cristãos em Sulawesi (Leste da Indonésia) costumam ser severas: recentemente uma família de obreiros teve sua casa incendiada e foi expulsa dali, sob a acusação de proselitismo. Nas ilhas de Maluku, mais especificamente em Ambom, a população é dividida: 50% cristãos e 50% muçulmanos. De acordo com o nosso contato, no dia 11 de setembro aconteceu um incidente em que 10 pessoas morreram.
“Tudo começou com uma mentira (enviada por SMS) de que um muçulmano havia sido espancado até a morte, depois de bater sua moto na árvore de um cristão. Depois do funeral, um grande número de muçulmanos foi para a cidade, apedrejando e queimando prédios e veículos”. A violência sectária em Ambom é praticada tanto por muçulmanos quanto por cristãos. Isso se deve ao fato de que muitos cristãos são apenas nominais.
Em Seram (Maluku Central), após a guerra religiosa de 1998, cristãos e muçulmanos vivem em vilarejos separados pelo ódio e pela não aceitação de ambos os lados,  dificultando a pregação do evangelho no lado muçulmano.
Pedidos de oração
• Ore por amadurecimento da fé dos cristãos indonésios, para que de fato preguem o amor de Deus com suas vidas.
• Para que o poder e o perdão de Deus se manifestem entre cristãos e muçulmanos
• Por segurança e encorajamento a todos os missionários que estão no país e se deparam com a perseguição.
FontePortas Abertas

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