11 de fev de 2013

Pastores, nós não somos curandeiros! Por Russell D. Moore

 









Pastor, você já se sentiu esgotado, como se todo mundo olhasse para você e esperasse que você fizesse alguma mágica para resolver todos os problemas deles? Neste vídeo, Russell Moore nos convida a lembrar que nós fomos chamados à fidelidade.

Transcrição


Irmãos, nós não somos curandeiros.


Digo isso porque há muitos anos atrás, eu ouvi um pastor dizer: “Sabe, me sinto como um curandeiro, pois eu venho às pessoas em suas situações e crises, eu oro por elas, faço aquilo que eu devo fazer, eu as visito, me levanto e prego meus sermões, e sinto como se todos esperassem algum tipo de magia de mim em todas as áreas de minha vida.”


E quando ouvi esse pastor dizer isso, o que ouvi foi exaustão. E foi o tipo de exaustão que vem quando esperamos que nós mesmos sejamos o veículo da graça de Deus e da construção do reino de Deus, em vez do Espírito trabalhando através de nós. Há uma sensação de exaustão, de fadiga, de desapontamento quando vemos pessoas por quem dedicamos nossas vidas irem embora. Quando vemos ministérios pelos quais dedicamos nossas vidas, e eles não parecem crescer, e sentimos como se estivéssemos falhando, pois não temos a magia e os ingredientes.


Mas as Escrituras não nos chamam à magia. Elas nos chamam à fidelidade, e nos dizem que os frutos que Jesus traz acontecem frequentemente muitíssimo tempo depois de partirmos. É realmente surpreendente para mim quando olho para o Novo Testamento. Todo mundo parece ter um complexo de messias, exceto o próprio Messias. Ele parece ser capaz de se afastar das multidões, de ver o propósito de Deus, de ver o plano de Deus, e de alegrar-se nesse tipo de tranquilidade.


Quero encorajá-los, pastores e líderes, que enquanto nos movemos e direção à fidelidade, e enquanto tentamos cumprir o ministério que nos foi dado, não façamos isso através de magia. Não façamos isso através de nossas próprias habilidades, ou nossos próprios dons. E não nos desesperemos quando olhamos à volta e dizemos: “Eu não vejo o que eu esperava ver.”


É o poder de Deus. É o Evangelho de Jesus Cristo. Não é magia.


Fonte: Blog Fiel

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