31 de mai de 2013

Adorar pode, só não pode rebolar! #hem?


Se eu comentar que a canção abaixo não é apropriada para adoração, alguns argumentarão que Deus aceita todos os ritmos. Tudo bem, posso até entender que todos os ritmos foram criados por homens inspirados por Deus, mas quando a performance passa a suprimir o conteúdo a coisa fica muito obsoleta. Será que a adoração é racional?

Quando uma canção cujo objetivo é cultuar de forma comunitária, seja ela em um Reggae, Metal, Samba ou Axé, ela necessita que a sua letra seja clara. A letra deve ser prioridade, sem que, óbvio, se despreze a musicalidade. Mas não tenho dúvidas… se a letra for “enchimento de linguiça” para simples empolgação da platéia, haverá uma a séria possibilidade de não se ter o entendimento, nem tampouco adoração.



Pessoal, não vou avançar no que não tenho total conhecimento; não sei se o vídeo acima se trata de um culto comunitário – acho que está mais para algum tipo de Gincana. Entretanto, se não for, essa Louvadeira estará mais para diversão, “Brincadeira”.

O cantor diz ao final da canção: “Nós estamos na festa do Espírito”. Pergunto: alguém pode me explicar como é mesmo essa festa? É Adoração Extravagante? Diversão de Crente? Ginástica dançante? Ou mero show de auditório?

Só lembrando que caso alguém ouse fazer o passinho em casa: só “não pode rebolar”!

P.S.: Só deixando o registro de opinião pessoal. “Música fraca, letra pobre, apresentação tosca”.

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